Smartphones eTablets – Necessidade de novas baterias



   




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Atualmente a capacidade de processamento está aumentando estrondosamente, chego a arriscar que está crescendo exponencialmente, em dispositivos móveis. Os dispositivos mais utilizados são os smartphones e atualmente a nova febre: os tablets. Estes dispositivos dotados de tantas formas de entretenimento possuem processadores de altíssimo desempenho e baixo consumo, compacto em um hardware minimalista.

Agora surge a questão: "Estes dispositivos são realmente portáteis?".

A resposta chega a ser ambígua. Atualmente as baterias não acompanham o mesmo ritmo e a mesma demanda destes dispositivos móveis, a cada dia que passa se têm dispositivos mais robustos e de menos portáteis, devido a necessidade de estarem sempre carregando suas baterias.

Os processadores e componentes presentes nos dispositivos móveis possuem baixíssima potência a qual visa economizar ao máximo energia para dar a portabilidade necessária. Processadores da família ARM, de alta velocidade e baixo consumo de energia são os mais comuns. Componentes discretos analógicos estão sendo substituídos por componentes digitais para redução de dissipação de energia, ambas as soluções para dar suporte devido a portabilidade.

Então chega-se ao foco do problema: A bateria. A forma de armazenamento de energia em baterias ainda é bastante arcaica com relação a tecnologia empregada aos processadores e aplicativos para estes dispositivos. Hoje as baterias de 6 e 9 células são bastante comuns aos notebooks, mas o armazenamento ainda é baseado no princípio da pilha comum de Leonardo Volta. Algumas tentativas de baterias líquidas, em gel e outras formas mais ainda estão em testes, mas nada concreto ou definitivo.

Ao final a conclusão é que os holofotes devem ser voltados para as baterias, para que as mesmas atendam aos requisitos de portabilidade. Fica uma grande esperança nestas novas tentativas entusiasmadas de maior armazenamento de energia. Quem sabe logo no mercado teremos iPhones em que a bateria chegue a durar três, quatro até sete dias e outros dispositivos mais.

Por Diego Silva

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